Sou cinzas esparsas ao vento.
Flutuando sem direção.
Não e o esplendor que se deseja.
Linhas traçadas de uma dor.
Fui o eco dos seus passos.
Como um afago puros versos.
Estranha e dura quimera.
Assim como um astro que se encandeceu.
Quis ser os seus sonhos.
Uma pura frescura do pinho.
E com a alma insatisfeita.
Vago pelos caminhos vazios.
Sem ter a chance de um amor encontrar.
E com os braços aberto vasto e profundo.
Morro de saudade e tedio.
Murmurando preces de agonia.
Com a inspiração pura e perfeita.
Por jamais ter lhe esquecido.
Pois se assim não fosse.
Afogaria me no vendaval de paixão.
Que por mim passou...
Sr. Apegaua
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 31 de outubro de 2026 05:49
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 3

Offline)
Comentários4
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Comente menos.
Para não impactar o mundo com palavras.
Apegaua
Não gostei não, mas como gosto não se discute.
Sempre aparece um dono, para um par de chinelos usados.
Apegaua
Por não gostar de esperar, eu mesmo me comento.
Fica mais leve e e grátis.
Apegaua.
Já dizia aquela veia acesa, criando com sua chama.
Fantasmas nas paredes.
Se nem vem na minha casa.
Com certeza, da tua me toca.
Apegaua
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