Sou cinzas esparsas ao vento.
Flutuando sem direção.
Não e o esplendor que se deseja.
Linhas traçadas de uma dor.
Fui o eco dos seus passos.
Como um afago puros versos.
Estranha e dura quimera.
Assim como um astro que se encandeceu.
Quis ser os seus sonhos.
Uma pura frescura do pinho.
E com a alma insatisfeita.
Vago pelos caminhos vazios.
Sem ter a chance de um amor encontrar.
E com os braços aberto vasto e profundo.
Morro de saudade e tedio.
Murmurando preces de agonia.
Com a inspiração pura e perfeita.
Por jamais ter lhe esquecido.
Pois se assim não fosse.
Afogaria me no vendaval de paixão.
Que por mim passou...
Sr. Apegaua