milonga de um peito que sangra de amor

coruja

"dividido entre acordes e cascos não paro de pensar em teus passos a andar por estas terras a passear,o amor não acabou,apenas esfriou por ações erradas,mataste,saudade,mataste as saudade de estar em meus braços por estas erratas feitas a muito falta de ser alguém,não lhe culpo,pois sou eu quem há de ter a culpa de tudo isto,más saiba de uma coisa:ainda tens um lugar neste coração que tanto sangra de culpa nesses pequenos e humildes versos desta simples e honesta poesia."



  • Autor: coruja (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 29 de outubro de 2026 15:18
  • Categoria: Perdão
  • Visualizações: 4
  • Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.