coruja

milonga de um peito que sangra de amor

\"dividido entre acordes e cascos não paro de pensar em teus passos a andar por estas terras a passear,o amor não acabou,apenas esfriou por ações erradas,mataste,saudade,mataste as saudade de estar em meus braços por estas erratas feitas a muito falta de ser alguém,não lhe culpo,pois sou eu quem há de ter a culpa de tudo isto,más saiba de uma coisa:ainda tens um lugar neste coração que tanto sangra de culpa nesses pequenos e humildes versos desta simples e honesta poesia.\"