Marés

ondavida amar

entre a busca de castelos por conquistar

com coração, em dias ansiosos e pungentes

e a pátria chorada, a do odor materno que ficou

levo a minha adorada espada, quando morrer

 

depois...

 

só mortalhas, nada resta

nem conquista, nem metal, nem prantos

 

Terá valido a procura?

os castelos encantados

abandonados ao frio das noites

amparados pela vontade

tombados na imensidão

 

já eu,

assisto ao passar dos dias infinitos

e sonho com castelos de areia

dissolvidos na maré que sempre volta

  • Autor: ondavida amar (Offline Offline)
  • Publicado: 28 de outubro de 2026 12:37
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 2


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.