entre a busca de castelos por conquistar
com coração, em dias ansiosos e pungentes
e a pátria chorada, a do odor materno que ficou
levo a minha adorada espada, quando morrer
depois...
só mortalhas, nada resta
nem conquista, nem metal, nem prantos
Terá valido a procura?
os castelos encantados
abandonados ao frio das noites
amparados pela vontade
tombados na imensidão
já eu,
assisto ao passar dos dias infinitos
e sonho com castelos de areia
dissolvidos na maré que sempre volta