Dias de guerra – poeira e redemoinho
Céus ora chuvoso e cinzento, ora azuis e claros
Nas noites em guerra a alma chora
Noites longas em brado a pátria clama
Mas nada é certo, os algozes não param
Parece que o céu está de bronze,
Mas a alma não se aquieta: mesmo agora
Ainda há sombra que aflora
Espero que possa ter bom tempo
Nada que pesa e enfastia
Há de fazer sol e se chover por dias
E dissipar a guerra e o lamento
Autora: Neiva DirceuSM - @ND
25/10/2026
Sob a proteção da lei de direitos autorais – Leis 9610/98
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Autor:
Neiva - @(ND) (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 25 de outubro de 2026 14:41
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Morlock, Ayalah Verônica Berg

Offline)
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