Outubro

Neiva Dirceu S. Machado - @(ND)

Dias de guerra – poeira e redemoinho

Céus ora chuvoso e cinzento, ora azuis e claros

Nas noites em guerra a alma chora 

Noites longas em brado a pátria clama

 

Mas nada é certo, os algozes não param

Parece que o céu está de bronze,

Mas a alma não se aquieta: mesmo agora

Ainda há sombra que aflora



Espero que possa ter bom tempo

Nada que pesa e enfastia

Há de fazer sol e se chover por dias

E dissipar a guerra e o lamento

 

Autora: Neiva DirceuSM - @ND 

25/10/2026

Sob a proteção da lei de direitos autorais – Leis 9610/98





Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.