PERGUNTAS SEM RESPOSTAS

Vilma Oliveira


Aviso de ausência de Vilma Oliveira
YES

Pergunto-me: onde se acha a minha vida?
Em que hora a verdade foi transformada?
Vão-se as minhas perguntas, consumidas,
Já não sei a diferença de mais nada.

Pergunto-me: em quem penso iludida,
Por esperanças nas sombras cinzentas?
Onde minha paz foi suprimida?
O silêncio sem resposta me acorrenta.

Eu me perdi e não quero me encontrar,
Já deixei de ser rio de águas barrentas,
À beira da morte, não quero me curar,
No meu navio sigo a navegar, atenta.

Faz um longo tempo que não falo comigo,
Busco desde o começo a minha estrela.
Resgatei o meu coração e agora sigo
Pela relva verde, sob a paisagem bela!

 

  • Autor: Vilma Oliveira (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 24 de outubro de 2026 20:45
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 1


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.