[Soneto original]
ÚNICA VALSA
Bem me lembro daquele doce primavera...
Seu corpo mergulhado, lasso, entre meus braços,
o meigo encontro dos olhares e dos passos,
tornando realidade uma antiga quimera!
Ainda vivem em minha mente aqueles traços
que ornavam o salão qual mimosa aquarela,
adornada, talvez, por alguém de outra esfera
e, cuja lembrança inda deixa os olhos baços!
Meu outono da vida chegou apressado,
mas, aquela cadência de amor inda soa
dentro d’alma, agora em tom ameno, mais lento,
pois, na sombra do tempo, o amor jaz embaçado,
e o lance que um dia foi longo, agora ecoa
como curto compasso sussurrado ao vento!
Nelson de Medeiros Teixeira, Cachoeiro de Itapemirim, 3/12/2024
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Autor:
Nelson de Medeiros (
Offline) - Publicado: 23 de outubro de 2026 19:48
- Comentário do autor sobre o poema: A VALSA— Valsa Brasileira Romântica Há lembranças que o tempo não apaga. Em 1959, um momento especial deixou sua marca na memória e, muitos anos depois, inspirou este soneto, composto em 3 de dezembro de 2024. Agora, os versos ganham melodia em uma valsa brasileira romântica, com o auxílio da Inteligência Artificial, sob a orientação do autor. A letra original permanece integralmente preservada. Letra autoral: Nelson de Medeiros Teixeira Melodia: criada com o auxílio da Inteligência Artificial, a partir das orientações do autor. Letra autoral: Nelson de Medeiros Teixeira Melodia: criada com o auxílio da Inteligência Artificial, a partir das orientações do autor. © 2026 Nelson de Medeiros Teixeira — Todos os direitos reservados.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Ayalah Verônica Berg

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Comentários1
Uau! Que lindo poema.! Você segue imbatível e agora musicalizando seus lindos poemas vai fazer muita gente se extasiar! Para mim é sempre emocionante ler teus poemas! Aplausos de pé! Segues sendo meu número 1 em inspiração.
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