Rir do teu mau.
Divino e imortal.
Pois foste tu mesmo que o enlaçou.
Outrora tão dolente.
Hoje um trapo inconsequente.
Com seu sorriso cansado.
Da vida o que espera.
Rútilos castelos por ruirem.
Um rublo inferno a vos consumir.
Segue o seu caminho.
Pobre poeta.
Ande sozinho pois ardo e o caminho.
E muito ainda teras que caminhar.
Não olhe para tráz.
O que passou passou.
Não faças seu embornal pesado demais.
Sei que e duro de aceitar.
Mas não vale se carregar para sempre.
A dor de uma saudade.
Sr. Apegaua
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 23 de outubro de 2026 06:52
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 7
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Apegaua, Pacificador

Offline)
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