O Rato, inseguro, se apresenta na sala com sua elegância e soberba.
A Raposa, sempre atenta a tudo e todos, fala de vendas, vantagens e negócio.
O Pássaro, que outrora tivera asas de plumas leves,
— com as quais rasgava os céus em busca de horizontes mais belos —
hoje apenas brande os flagelos de sua carne, enquanto serve aos dois primeiros.
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Autor:
Josinos (
Offline) - Publicado: 22 de outubro de 2026 14:15
- Comentário do autor sobre o poema: Uma breve fábula sobre figuras comuns nos ambientes de trabalho de uma sociedade capitalista.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
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