Meados

Cecilia Merces Vaz Leandro

Sem pontos, nem notas.
Apenas o apego
ao que se constrói 
na alma
por toda uma vida! 

O que edifica,
ou o que destrói.
Lapidados,
como as pedras
ao tempo.

Em meados dos sonhos
em que vivemos,
entendemos
o que tecemos,
mesmo que em parte,
mesmo que por sorte.

Mudar o ponto?
Terminar as abas?
Enfeitar as pontas?
Qualquer escolha é válida! 
Vai da coragem de cada um. . . 

Comentários +

Comentários1

  • Queiroz Francisco

    Dizem que a morada da alma é o coração, e é de lá que deriva toda a coragem para enfeitar a vida. Gostei do teu poema. Abraços!



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