Sem pontos, nem notas.
Apenas o apego
ao que se constrói
na alma
por toda uma vida!
O que edifica,
ou o que destrói.
Lapidados,
como as pedras
ao tempo.
Em meados dos sonhos
em que vivemos,
entendemos
o que tecemos,
mesmo que em parte,
mesmo que por sorte.
Mudar o ponto?
Terminar as abas?
Enfeitar as pontas?
Qualquer escolha é válida!
Vai da coragem de cada um. . .
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Autor:
Cecilia Merces Vaz Leandro (
Offline) - Publicado: 18 de outubro de 2026 09:21
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 7
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
Comentários1
Dizem que a morada da alma é o coração, e é de lá que deriva toda a coragem para enfeitar a vida. Gostei do teu poema. Abraços!
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