Sem pontos, nem notas.
Apenas o apego
ao que se constrói
na alma
por toda uma vida!
O que edifica,
ou o que destrói.
Lapidados,
como as pedras
ao tempo.
Em meados dos sonhos
em que vivemos,
entendemos
o que tecemos,
mesmo que em parte,
mesmo que por sorte.
Mudar o ponto?
Terminar as abas?
Enfeitar as pontas?
Qualquer escolha é válida!
Vai da coragem de cada um. . .