E que sintam avidamente
Vivendo a plenitude
De serem pérfidos
Ignorantes e heráldicos
Holísticos e conscientes
Tão bem engajados
Pilantras em demasia
Vivem da esbórnia
E da negação
Míopes de um palmo
Sequer sabem quem são
Eu vos digo:
Canalhas, picaretas
Páreas, malandros
Ímpios e apóstatas
Se eu tivesse um vintém
Por cada aberração que concebeis
Maior seria eu que Salomão
Que não me bastam vossas crises
Vossos surtos, estrias
Sois meu pandemônio particular!
-
Autor:
Manoel Reid (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 13 de outubro de 2026 22:25
- Categoria: SociopolÃtico
- Visualizações: 1
- Em coleções: Antros e Intermitências.

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.