E que sintam avidamente
Vivendo a plenitude
De serem pérfidos
Ignorantes e heráldicos
Holísticos e conscientes
Tão bem engajados
Pilantras em demasia
Vivem da esbórnia
E da negação
Míopes de um palmo
Sequer sabem quem são
Eu vos digo:
Canalhas, picaretas
Páreas, malandros
Ímpios e apóstatas
Se eu tivesse um vintém
Por cada aberração que concebeis
Maior seria eu que Salomão
Que não me bastam vossas crises
Vossos surtos, estrias
Sois meu pandemônio particular!