MINHA AMIGA
Não posso dizer: — Eu te amo.
Ah! se eu pudesse — Quem dera!
Por isso sempre te chamo:
Minha amiga mais sincera!
Quando te vejo disfarço
toda a minha emoção;
Então, te beijo e te abraço,
freando meu coração.
Às vezes digo o que sinto,
sem coragrm de revelar:
—És a amizade mais pura—;
Que a vida pôde me dar.
Mas quando a noite me enlaça
E vem de novo a solidão,
teu nome invade meus sonhos,
E eu volto a amar você.
Talvez um dia descubras
O que escondi por temor:
Por trás de cada sorriso,
Sempre houve imenso amor.
E se nunca eu te disser
O que a minha alma anela,
Guarda a última verdade:
—Foste sempre o meu amor... e jamais soubeste dela!
Nelson de Medeiros Teixeira
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Autor:
Nelson de Medeiros (
Offline) - Publicado: 13 de outubro de 2026 20:13
- Comentário do autor sobre o poema: Esta canção nasceu de uma trova autoral, composta em 1998, na qual quatro versos revelam um sentimento de amor guardado sob o manto da amizade. A partir dessa inspiração, a trova ganhou novos versos e melodia, com efeitos musicais realizados com o auxílio da inteligência artificial, sob o comando do autor. Letra autoral: Nelson de Medeiros Teixeira Efeitos musicais: com auxílio da IA, sob o comando do autor © 2026 Nelson de Medeiros Teixeira — Todos os direitos reservados. Reprodução somente com autorização do autor.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 4

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