Sobre meu eu-poesia

gabi. S

Entre canetas e papéis,
Só me resta o eu.
O eu lírico que poetizo
E o eu verdadeiro, que,
Em meios dos réis,
Julga a si mesmo.


É como se fosse embaralhado,
Falando em terceira pessoa, em um sentido tão pessoal.
É como mergulhar em um telhado
Onde não há água para nadar.


Escrever para mim é mais do que palavras,
E, para o meu eu, escrever é mais do que atitudes.
Rimar soa como felicidade.
Rimar, soa como o eu em poesia.


 - Gabriela S.
13/10/26 - 00:38

 

Comentários +

Comentários1

  • Queiroz Francisco

    Viva ao eu-poético!!!!
    Muito bom,

    • gabi. S

      Viva!!
      Obrigada.



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