Entre canetas e papéis,
Só me resta o eu.
O eu lírico que poetizo
E o eu verdadeiro, que,
Em meios dos réis,
Julga a si mesmo.
É como se fosse embaralhado,
Falando em terceira pessoa, em um sentido tão pessoal.
É como mergulhar em um telhado
Onde não há água para nadar.
Escrever para mim é mais do que palavras,
E, para o meu eu, escrever é mais do que atitudes.
Rimar soa como felicidade.
Rimar, soa como o eu em poesia.
- Gabriela S.
13/10/26 - 00:38
-
Autor:
gabi. S (
Offline) - Publicado: 13 de outubro de 2026 00:46
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
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