gabi. S

Sobre meu eu-poesia

Entre canetas e papéis,
Só me resta o eu.
O eu lírico que poetizo
E o eu verdadeiro, que,
Em meios dos réis,
Julga a si mesmo.


É como se fosse embaralhado,
Falando em terceira pessoa, em um sentido tão pessoal.
É como mergulhar em um telhado
Onde não há água para nadar.


Escrever para mim é mais do que palavras,
E, para o meu eu, escrever é mais do que atitudes.
Rimar soa como felicidade.
Rimar, soa como o eu em poesia.


 - Gabriela S.
13/10/26 - 00:38