De manhã, partiremos sem destino!
O barco nos espera, preguiçoso...
Eu e tu, e as gaivotas como endosso,
Nos permitindo os sonhos infinitos!
A maresia, o vento e o sol à pino;
Balanço leve às ondas, mar formoso;
O teu sorriso doce e silencioso
E eu me sentindo em fúria de menino...
Dois peregrinos soltos ao relento
Das amarras do tempo e do caminho
Que, quando as aves voltam aos seus ninhos,
À tarde, no cansar do firmamento,
Nós despertamos firmes, no momento,
Da noite dissolver-se em nós, sozinhos...
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Autor:
Fábio Marinho (
Offline) - Publicado: 12 de outubro de 2026 13:25
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 7
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