Não sei o por que.
De quando a vejo e a narina me vem seu cheiro.
Vigi,
Fico extasiado.
Tremendo e arrepiado.
Pobre de mim.
Se ainda não morri disso e por que a dispensa e farta e até aceitamos mercadorias com o lacre violado.
Só pode ser trabalho arriado.
Maleme meu Pai.
Os olhos ficam eletricos.
A adrenalina vai a mil.
Engraçado que da uma vontade danada de cantar de galo.
Achando me o dono do Terreiro.
Marcando todo o território
Saravá.
Arrogante e enciumado.
Não deixando ninguém mandar.
Faço tudo para ser notado.
Andando sem camisa para mostrar o peitoral cantando alto para ver se sou escutado.
Insisto.
E quando aparece.
Que prazer que sinto.
A cabeça fica leve.
E na boca a vontade de gritar sem se importar de ser taxado de louco.
Ai matutando comigo mesmo.
Chego a conclusão que essa mulher e mais que um poema.
Talheres e taças para qualquer que seja o banquete.
Despacho arriado para me enfeitiçar.
Se for nem ligo.
Pois comigo carrego a própria Umbanda.
Sr. Apegaua
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 11 de outubro de 2026 18:51
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua, Queiroz Francisco, Morlock

Offline)
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