Como poderia eu,
Um ser tão insípido e insosso,
Definir um conceito tão sublime como a beleza.
Não uma beleza subjetivo,
Não uma beleza abstrata,
Não uma beleza particular,
Mas uma beleza etérea e semeada pela sua essência,
Uma beleza que ultrapassa o irreal.
Está beleza não esta em sua face,
Não esta no seu corpo,
Não esta em sua superfície,
É uma beleza que transcorre pelo seu coração.
Eu a observo,
Eu a admiro,
Eu me encanto pelos breves instantes em que sua peculiaridade transparece,
E assim me permite ver como de fato sua essência é,
E ela é sublime, a sua imagem.
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Autor:
Bruno Boaventura (
Offline) - Publicado: 10 de outubro de 2026 13:34
- Comentário do autor sobre o poema: Existem momento em que palavras já não bastam para definir um conceito, caso esse, a beleza mais bela já vista.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
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