Bruno Boaventura

Sua beleza

Como poderia eu,

Um ser tão insípido e insosso,

Definir um conceito tão sublime como a beleza.

Não uma beleza subjetivo,

Não uma beleza abstrata,

Não uma beleza particular,

Mas uma beleza etérea e semeada pela sua essência,

Uma beleza que ultrapassa o irreal.

Está beleza não esta em sua face,

Não esta no seu corpo,

Não esta em sua superfície,

É uma beleza que transcorre pelo seu coração.

Eu a observo,

Eu a admiro,

Eu me encanto pelos breves instantes em que sua peculiaridade transparece,

E assim me permite ver como de fato sua essência é,

E ela é sublime, a sua imagem.