Como poderia eu,
Um ser tão insípido e insosso,
Definir um conceito tão sublime como a beleza.
Não uma beleza subjetivo,
Não uma beleza abstrata,
Não uma beleza particular,
Mas uma beleza etérea e semeada pela sua essência,
Uma beleza que ultrapassa o irreal.
Está beleza não esta em sua face,
Não esta no seu corpo,
Não esta em sua superfície,
É uma beleza que transcorre pelo seu coração.
Eu a observo,
Eu a admiro,
Eu me encanto pelos breves instantes em que sua peculiaridade transparece,
E assim me permite ver como de fato sua essência é,
E ela é sublime, a sua imagem.