Senhor, tudo o que mais quero
é desenvolver a tolerância, que ainda carece em mim.
Fazer-me ver com clareza o que tanto espero;
Tornar nobre a confiança que Jesus depositou em mim.
Um pouco mais de tolerância para suportar o inesperado,
quando o dia nasce meio nublado,
quando o vento ronda à minha volta,
preparado para despoletar intuitos de revolta.
Tolerância para defender o que é meu por direito.
Abarcar uma viagem desconhecida sem preceito;
Porque aquele que segue ao meu lado,
desconhece por completo o caminho e o destino ansiado
Um pouco mais de tolerância para me nutrir,
para assistir ao pôr do sol com clemência.
Porque detrás de tanta chuva molhada,
escorrem medalhas de honra,
frutos de uma melhor madrugada.
Perdoa-me pelas vezes que não soube tolerar;
O controlo quer-me assumir as rédeas e o radar,
quer assumir a latitude e a magnitude,
de viver um belo conto de amor,
sob montes e prados de bem-estar.
Um pouco mais de tolerância,
para saber escutar as vozes em sofrimento.
O mundo não gira à sua volta, só pelo seu talento,
pois há milhões de vidas a depender da sua radiância.
Não me ouso a achar que mereço mais,
do que me foi estipulado.
Espero é que o prolongado tempo,
me ajude render o que me é necessitado.
Deixa a tolerância fluir como um rio passivo;
Ter em consideração o mar que se avizinha.
Porque liberto em mim o pássaro cativo,
para que ele voe em plena perícia.
Prometo dar mais amor a quem não me entende;
Dar mais pão a cada mão que se estende;
Deixar a tolerância fluir em mil,
para garantir o bem-estar civil.
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Autor:
Lesy Williams (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 6 de outubro de 2026 11:33
- Comentário do autor sobre o poema: Saber lidar com pessoas diferentes de nós
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2
- Em coleções: O Roteiro I.

Offline)
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