Jorge E. Leal
Ronronava o charlatão de olhar estrábico,
Em seu pequenino pedestal de imaturidade.
Ou não passa de um bufão monossilábico?
Pois é, Dodge! É o homem nessa vaidade.
Em seu pequeno espaço de razão e ódio,
Disputa de inútil treta na guerra de pasquins;
Em suas sátiras de maldizer desse episódio,
Mequetrefe da poesia: duelos tupiniquins!
Da peste negra à peste bubônica só disputa,
Fingem que são, encenam que fazem ações,
Não passa de reles mortal, essência déspota.
De que é feito esse homem e suas intenções?
Para perder tempo nesse poema sem escuta,
Se mostrar vil e pequeno, carente de emoções.
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Autor:
Jorge E. Leal, Julian Lael, Dodge Leal (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 3 de outubro de 2026 08:15
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 7
- Usuários favoritos deste poema: Ayalah Verônica Berg, Michel F.M.

Offline)
Comentários1
Excelente!!!
Obrigado! Começar uma manhã de sábado fazendo o que se gosta, acalma o coração e massageia a mente. Bom dia!
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