E os olhos vertem rios
Conduzidos pelo som de sua voz
Vinda de um passado esquecido
Trazido até mim em um riso
Do momento que traduz o que fomos nós.
E se a lágrima no olho faz morada,
Eu, refugiada na dissimulação,
Falo de tristeza como a razão
Palavras que serão apagadas.
Meu peito não cala,
Ritmadas batidas insistentes
Veja que:
O coração não fala — ele sente.
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Autor:
Paulo Silva (
Offline) - Publicado: 3 de outubro de 2026 07:50
- Categoria: Amor
- Visualizações: 3
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