E os olhos vertem rios
Conduzidos pelo som de sua voz
Vinda de um passado esquecido
Trazido até mim em um riso
Do momento que traduz o que fomos nós.
E se a lágrima no olho faz morada,
Eu, refugiada na dissimulação,
Falo de tristeza como a razão
Palavras que serão apagadas.
Meu peito não cala,
Ritmadas batidas insistentes
Veja que:
O coração não fala — ele sente.