Mas tenho certeza que o escrevi,
Só nem sei o por que não esta por aqui.
Tudo bem.
Faltou postar.
Mas e agora que faço se nem sei onde esta,
Já revirei todos meus guardados,
Até num criado mudo eu fui.
Bem que o queria o escutar.
Mas como se o danado e mudo.
Ai lembrei.
Tem gente que tem o vicio de guardar as coisas na prateleira.
_ Apegaua de que mês você é?
As prateleira, já foram trocadas, nem existem mais.
Bom ai.
Queira me desculpar por nem me avisarem.
Também até a informação chegar nesse meu mundinho de solidão.
Até esqueço que já amarrei cachorro com linguiça.
E o infeliz ficava com fome mas nem lambia a corrente.
Vai ver.
Ligava nos pensamentos um saboroso de um cachorro quente.
Mas pera.
E o poema que nem foi escrito.
O que fazer.
Nada.
Apenas lembrar que se não foi.
Como se encontrar nesse mundão de meu Deus.
Se até as pedras já tentaram.
Senhor Apegaua
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 2 de outubro de 2026 18:30
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 6
- Usuários favoritos deste poema: Queiroz Francisco

Offline)
Comentários1
Ficou muito bom, agora quero ver tu amarrar o Esfomeado com sardinha, hehehe...
Enquanto houver poetas vai ter muitos poemas não escritos... não se pode e acabar com os poetas...
Já é o segundo dia de chuva para aliviar o calor aqui.
Abraços para vocês,
Boa noite amigo.
Se continuar a chover por ai.
Vou lhe encomendar um quilos de granizo.
Nem fale em sardinhas, por que o esfomeado esta de castigo, por demora na fritura, o danado quebrou o prato.
Gato bom e o fantasma que não vos da trabalho.
Obrigado amigo.
Abraços pros dai.
Apegaua
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