Jorge E. Leal
Amor não é uma paz que acalma,
Nas labaredas desse fogo inflame,
Tempestade que agita a minha alma,
E o corpo devora no que come.
Desejamos abrigo na batalha,
Proteção contra tudo que consome,
Na juventude em que essa paz estraçalha,
E despedaça o coração infame.
Fogo do amor que abriga a amizade,
Doce ilusão que julga o erro nocivo,
Na mente do bruxo e sua autoridade.
Clamamos por necessárias amantes,
Sem o rebento de um capítulo vivo,
Amores contingentes, tão distantes.
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Autor:
Jorge E. Leal, Julian Lael, Dodge Leal (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 30 de setembro de 2026 00:16
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: Catarse, Pra Viver Poesia.

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