Musas translucidam
Parcas que operam
As árias de um trovão
Tidais cessaram
Como incensos apagados
Em novenas
E o sêmen de luz
Iridesce, absorto
Das mais densas umbras
Eu, teu zelote
Teu amante
Dou-lhe a braca
Que destrava as efígies
E expurga a imundície
Por todos os diques
Põe teu lábaro, consorte
Do mistério, e desordem
Encarnados
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Autor:
Manoel Reid (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 29 de setembro de 2026 05:50
- Categoria: Espiritual
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: Epifanias de um Mito.

Offline)
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