Musas translucidam
Parcas que operam
As árias de um trovão
Tidais cessaram
Como incensos apagados
Em novenas
E o sêmen de luz
Iridesce, absorto
Das mais densas umbras
Eu, teu zelote
Teu amante
Dou-lhe a braca
Que destrava as efígies
E expurga a imundície
Por todos os diques
Põe teu lábaro, consorte
Do mistério, e desordem
Encarnados