TEMPESTADE
Uma sombra estrondosa que surge,
Tal como uma tempestade.
Seria, talvez, um sereno frio, que gela.
E a intensidade com o que se constrói, se esvai.
O pensamento da mente, que não cala,
Não sente e nem consente.
Não murmura e ainda dói.
É o aflito do nó entalado na garganta.
Não soa como trovão,
Mas sim, como um eco.
Que se repete, repete, e mais uma vez;
Repete.
É o ciclo de uma vida sem fim.
Encurralada pela tempestade.
Gabriela S. 23/09/26
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Autor:
gabi. S (
Offline) - Publicado: 28 de setembro de 2026 22:56
- Comentário do autor sobre o poema: Este poema foi escrito a partir da minha experiência com o transtorno afetivo bipolar (TAB). Não é uma tentativa de definir a bipolaridade, mas de traduzir em palavras como, para mim, é viver entre pensamentos, sentimentos e estados que, muitas vezes, parecem tempestade.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3

Offline)
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