TEMPESTADE
Uma sombra estrondosa que surge,
Tal como uma tempestade.
Seria, talvez, um sereno frio, que gela.
E a intensidade com o que se constrói, se esvai.
O pensamento da mente, que não cala,
Não sente e nem consente.
Não murmura e ainda dói.
É o aflito do nó entalado na garganta.
Não soa como trovão,
Mas sim, como um eco.
Que se repete, repete, e mais uma vez;
Repete.
É o ciclo de uma vida sem fim.
Encurralada pela tempestade.
Gabriela S. 23/09/26