E então, me veio graça
Despencando dos cumes
Acidentando a paisagem
Magistrando a verdade
Como foice que limpa
Devaneios pueris
Expondo as carcaças
De todos os fantoches
Para que todos vissem
O que contemplares
Dir-lhe-ei, é insano
E perfeito
Por quem vós clamareis
Com línguas dobradas
E joelhos retorcidos
Eis o altar, diligência
Entre nuvens e rochedos
Da mais bela catarse
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Autor:
Manoel Reid (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 28 de setembro de 2026 12:19
- Categoria: Espiritual
- Visualizações: 1
- Em coleções: Epifanias de um Mito.

Offline)
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