E então, me veio graça
Despencando dos cumes
Acidentando a paisagem
Magistrando a verdade
Como foice que limpa
Devaneios pueris
Expondo as carcaças
De todos os fantoches
Para que todos vissem
O que contemplares
Dir-lhe-ei, é insano
E perfeito
Por quem vós clamareis
Com línguas dobradas
E joelhos retorcidos
Eis o altar, diligência
Entre nuvens e rochedos
Da mais bela catarse