Um verbo seco
Era tudo e muito mais
Era o nada
De um melisma
E o levante secular
Que hoje me fustiga
Transeunte, abismal
E novamente
Só meu
Queima-me, fecunda-me!
Da semente que não perece
No mal que abunda
Os hiatos são muitos
Mas há muitas oliveiras
Neste meu calvário
Não há fuga
Só paixão
Em te imitar
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Autor:
Manoel Reid (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 27 de setembro de 2026 17:37
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: Epifanias de um Mito.

Offline)
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