Um verbo seco
Era tudo e muito mais
Era o nada
De um melisma
E o levante secular
Que hoje me fustiga
Transeunte, abismal
E novamente
Só meu
Queima-me, fecunda-me!
Da semente que não perece
No mal que abunda
Os hiatos são muitos
Mas há muitas oliveiras
Neste meu calvário
Não há fuga
Só paixão
Em te imitar