Por Jorge Emílio Leal
O fanchone que bebe o coração,
Partido ao meio, bem de mansinho,
Não perdoa sede maluca, então —
E a beija em frente ao paredãozinho.
A pitchula, boêmia, um problema,
Quando chega, a tudo esculhamba:
Bagunça o coreto, que é seu lema,
Depois volta toda desse samba.
A menina má, que espanta o vento,
Na mente se solta tão sublime
E entra com gosto no evento.
Não sente cansaço ante o crime;
Sem dó nem piedade ou lamento,
Depois da festa, mantém regime.
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Autor:
Jorge E. Leal, Julian Lael, Dodge Leal (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 27 de setembro de 2026 00:34
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
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