Derretendo o ato
E toda ideia vaga
De um viciante frisson
Onde andava, onde estive
Cego? Surdo? Que não sentia
Em mim, o tudo
Anseio, tarde, moribundo
Meu dias, buscar
No transbordo
Mesmo empalado
Por obeliscos
Destilados
Vinde, ó, maré
E me lava, me transforma
Em água-viva
E reverte este sol
Negro, que agora te afronta
Por meus caprichos
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Autor:
Manoel Reid (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 26 de setembro de 2026 10:19
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: Epifanias de um Mito.

Offline)
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