Derretendo o ato
E toda ideia vaga
De um viciante frisson
Onde andava, onde estive
Cego? Surdo? Que não sentia
Em mim, o tudo
Anseio, tarde, moribundo
Meu dias, buscar
No transbordo
Mesmo empalado
Por obeliscos
Destilados
Vinde, ó, maré
E me lava, me transforma
Em água-viva
E reverte este sol
Negro, que agora te afronta
Por meus caprichos