Não obstante, o tempo é
A mácula, a chaga
Do contínuo
Para todos, o fim
O cervo que cai
Na mata
E quem fui, quem pude ser
Quem serei, quem poderia
Eu... querer ser?
Agora abortado
Esquartejado
Em ilusões
Mito miserável
Não se faz, não se move
Um mero orgasmo
Regurgito o mal
Que me aflige
E me avulta
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Autor:
Manoel Reid (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 24 de setembro de 2026 06:45
- Categoria: Espiritual
- Visualizações: 2
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: Epifanias de um Mito.

Offline)
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