Não obstante, o tempo é
A mácula, a chaga
Do contínuo
Para todos, o fim
O cervo que cai
Na mata
E quem fui, quem pude ser
Quem serei, quem poderia
Eu... querer ser?
Agora abortado
Esquartejado
Em ilusões
Mito miserável
Não se faz, não se move
Um mero orgasmo
Regurgito o mal
Que me aflige
E me avulta