Doirados frutos, final de tarde,
Saboreado todo o seu mel.
Murcham gomos, carne,
Corpo e horta, em abandono cruel.
Novos campos se avistam,
Acolhem braços de quem quer cuidar,
Dão frutos, amam,
Deixam plantar.
Meu agricultor, que lavras a terra,
Curvo, e sol;
Tuas lágrimas hão de regar,
Teu coração há de colher,
Mereces amar.
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Autor:
ondavida amar (
Offline) - Publicado: 24 de setembro de 2026 06:14
- Categoria: Não classificado
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