Ao poente,
sorvido da monotonia,
em compasso.
Memória no regaço,
do tempo e espaço.
Doente,
sem harmonia,
nem traço.
Que seria,
desta mente,
em poente;
Comigo por companhia,
sem história,
só tela.
Observo-te,
que me observas
Como aquele que via
paletas de todas as cores
por pintar...
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Autor:
ondavida amar (
Offline) - Publicado: 23 de setembro de 2026 04:24
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 17
- Usuários favoritos deste poema: Flavia Souza, Michel F.M.

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