Lacerada a minha voz
Genitora inconsequente
De um ser vil
Que horas decadentes
Me fizeram viver
Um gozo travestido
De gritos, horrores sem fim
De ritos, conduções
Adstringentes
Pois como néscio, vendi
O devir, e o querer
Numa aposta
Oh, agonia
Que erege em minh'alma
Um pandemônio
Subvertida, consciência
Aprazida, futilidade
Do ser
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Autor:
Manoel Reid (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 22 de setembro de 2026 07:01
- Categoria: Espiritual
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: Epifanias de um Mito.

Offline)
Comentários1
Uma poesia com linguaje rica!
Parabéns!
Grato pelo comentário!
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