O Baile

Epaminondas

A festa para. Na porta, uma verdade sem rosto. O silêncio toma conta, tornando-se a única melodia que cerca os ouvidos.


Na ponta da língua, um grito de angústia que deseja ser provado.


Ora, o que era temido aconteceu: os fantasmas que estavam escondidos no porão, bagunçaram o meu baile de máscaras.

  • Autor: Epaminondas (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 20 de setembro de 2026 04:33
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 5
  • Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
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Comentários1

  • Shmuel

    Muito bom!

    Abraços ao poeta!



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