A festa para. Na porta, uma verdade sem rosto. O silêncio toma conta, tornando-se a única melodia que cerca os ouvidos.
Na ponta da língua, um grito de angústia que deseja ser provado.
Ora, o que era temido aconteceu: os fantasmas que estavam escondidos no porão, bagunçaram o meu baile de máscaras.
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Autor:
Epaminondas (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 20 de setembro de 2026 04:33
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5
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Offline)
Comentários1
Muito bom!
Abraços ao poeta!
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