O Baile

Epaminondas

A festa para. Na porta, uma verdade sem rosto. O silêncio toma conta, tornando-se a única melodia que cerca os ouvidos.


Na ponta da língua, um grito de angústia que deseja ser provado.


Ora, o que era temido aconteceu: os fantasmas que estavam escondidos no porão, bagunçaram o meu baile de máscaras.

Comentários +

Comentários1

  • Shmuel

    Muito bom!

    Abraços ao poeta!

    • Epaminondas

      Agradeço, Shmuel.



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