A festa para. Na porta, uma verdade sem rosto. O silêncio toma conta, tornando-se a única melodia que cerca os ouvidos.
Na ponta da língua, um grito de angústia que deseja ser provado.
Ora, o que era temido aconteceu: os fantasmas que estavam escondidos no porão, bagunçaram o meu baile de máscaras.