Ainda que caíssem chuvas de diamantes
Você provavelmente escolheria a quantidade
Porque de nada vale o brilho da humanidade
Apenas a adulação de governantes arrogantes
Que por muito menos, comprariam sua sanidade
Mas, afinal... Não foi a vossa pessoa que começou dos grãos
E, que juntando mais, economizou menos, e comeu até a fartura
Deixando os filhos, que deste solo são "gentis" caindo em gastura
Podendo, somente, abrir a boca em momentos vãos
Depois, deu-lhes um tapinha no ombro, dizendo: irmãos, fraternidade
Mas, você! Você que dizia: "irmãos não. Não do mesmo ventre, mas de igual"
Naquele tempo, não sabias ler. Atualmente diria assim:
"Hm, não está escrito nos artigos, não tô a fim"
Hipócrita, quando é para ti, diz: "Somos de igual, consta aqui no artigo tal"
Sujo, desde quando usa a falsidade?
Na "era do ouro" não valias nada
Era miserável, como o destino do seu corpo
Como eras pobre, não tinha nem o caixão pra cair morto
Então agora valendo ouro, por que nos entrega prata?
Ah, sim, que boa caridade
Enfim, enfim, quando lembrares que nasceu, mande meu oi à morte
Diga, diga logo antes que ela passe:
"Finalmente cumpri o mau com minha classe?"
Pode falar o que pensa, que sorte!
Quem sabe, a moeda sinta saudade?
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Autor:
Emalyn (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 18 de setembro de 2026 17:02
- Comentário do autor sobre o poema: Já podeis, da Pátria filhos Ver contente a mãe gentil
- Categoria: SociopolÃtico
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Empth, Michel F.M.
- Em coleções: Coleção de poemas esculpidos.

Offline)
Comentários1
Nossa, mais uma pedrada da Emalyn! Sempre que vejo esses poemas, genuínamente fico surpreso do quão bons são.
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