Olá
Estranho olhar cabisbaixo
Não quero falar
Sem querer, me encaixo
Deixo rolar
Enfim..
Te acho
Me encontro
E no teu ouvido falo baixo
Em minha cabeça um tolontro
Não passa de um sonho
É desta maneira que me exponho
Quisera eu me resguardar
Deste destino medonho
Peço aos homens de terno e gravata
Que me ensinem a não sonhar
Esses que são a nata
Aprenderam a conquistar
Sem medo, ou perdão
Não perdem nenhum tempo
Em pensamentos de solidão
Olham a vida com alento
Sem demoras enfrentando
A temida multidão
Adeus
Foi bom falar contigo
Eu sei que tenho no papel
Um bom e talvez
O meu único amigo
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Autor:
Alex Castela (
Offline) - Publicado: 17 de setembro de 2026 09:03
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3
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