Nessa casa grande e branca, que tanto te custa manter, eu chego na chuva, meu corpo está frio.
Você está seguro, há calor ao seu redor, mas a porta está trancada mais uma vez.
Eu continuo me molhando, culpada até por sofrer. E você me diz, calmo, que era fácil pedir, era fácil fazer.
Eu não esperava que impedisse a chuva.
E não fecharia a porta se você estivesse lá fora e eu aqui.
Enfim, eu entro nessa casa que deveria ser nossa e sinto que aquele calor nem deve ser para mim.
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Autor:
Alk_aline. (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 16 de setembro de 2026 18:21
- Comentário do autor sobre o poema: Sobre expectativa e reciprocidade
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
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