Não são máscaras caindo,
são seus próprios rostos ao chão.
Não precisam de palavras para enganar,
bastam distrações.
Riem,
mas o que sai é como o ronco dos porcos.
abutres que fazem dos vivos sua carniça.
Mas, enquanto os predadores não acordam,
as presas continuarão a reinar.
Somos leões
a serviço de cães.
A passividade
transformada em omissão.
Um povo contentado
é a ruína de um país.
E os que não se levantam
destroem gerações.
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Autor:
Poetisa do amanhã (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 16 de setembro de 2026 09:21
- Categoria: SociopolÃtico
- Visualizações: 10
- Usuários favoritos deste poema: Pietro Guilherme Piazera, Michel F.M.

Offline)
Comentários2
Realmente as máscaras revelam a real intenção de quem as usam.
Abraços
Sim realmente
Você traduziu em poesia toda a impotência dos que pouco ou nenhuma cultura possui, dos milhões de analfabetos sobrevivendo a míngua. Quase analfabeto, não sabem escolher e vendem o voto para comer ou não ser maltratado por desobedecer. Essa é a nossa cara!
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